Um caso bem resolvido e um comunicado para lá de ridiculo

Antes de tudo parabéns pela forma exemplar com que se resolveu o caso Oblak, renovando com ele e dando uma lição a um empresário sangue-suga, que são um dos cancros do futebol. Agora é apostarem no rapaz.

Em relação ao comunicado que foi feito sobre as declarações pessoais do presidente do comité olimpico, no seu facebook pessoal e na condição de sócio do Benfica, veja lá Sr.presidente, secalhar é melhor criar ai uma task-force que monitorize os facebooks de todos os Benfiquistas e depois, cada vez que eles emitirem uma opinião que não lhe agrade, manda o Gabriel emitir um comunicado a exigir a demissão desse benfiquista do seu local de trabalho, caso o mesmo estiver desempregado, exige ao governo que se corte o subsidio de desemprego ao mesmo.

Assim não se houve o que não se quer, e ainda se ajuda o país. Viva a democracia e a liberdade de expressão…

P.S: Já agora Sr. Presidente, e se me quiser surpreender, podiam começar por tirar a braçadeira de capitão ao Luisão e a instaurar-lhe um processo disciplinar. Se é para um, tem de ser para todos, especialmente para os que já são reincidentes.

Continuem a apoiar este personagem. Depois admirem-se…

Continuem a apoiar e a convidar este senhor para inaugurações de museus, e para a bancada presidencial do Estádio da Luz:

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, defende uma centralização dos direitos televisivos dos jogos do campeonato português de futebol, indo ao encontro do que pede o presidente da Liga de Clubes.

“Concordo que deve existir uma centralização de direitos. Sou apologista que a centralização de direitos [televisivos] tem vantagens ao permitir uma melhor repartição desses direitos, algo que tem a ver com a competição global”, afirmou Fernando Gomes numa entrevista publicada nesta segunda-feira noDiário Económico.

As declarações de Fernando Gomes vão ao encontro do que tem defendido o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Mário Figueiredo, que em Junho afirmou que pretende apresentar uma proposta de lei em que a Liga figure como entidade gestora dos direitos televisivos.

Considerando que, em toda a Europa, só Portugal e Espanha não têm os direitos televisivos centralizados nas respectivas ligas, Mário Figueiredo adiantou que a proposta a apresentar se assemelha ao “modelo italiano”.

Na entrevista ao Diário Económico, Fernando Gomes defende “um período de transição” e “um mecanismo de solidariedade entre os clubes”.

“(…) Acima de tudo que haja, logo à partida, um quadro perfeitamente claro da forma como esses valores poderão ser repartidos pelos diversos intervenientes nos campeonatos. E que se estabeleça algum mecanismo de solidariedade entre os clubes mais conhecidos, mais poderosos e os clubes com menor capacidade de gerar essas receitas”, afirmou o presidente da FPF.

Fernando Gomes também considera que a recente passagem de direitos televisivos para a Benfica TV dos jogos dos “encarnados” no Estádio da Luz torna mais difícil a centralização que defende.

“É óbvio que essa decisão cria determinado tipo de constrangimentos, por exemplo, relativamente à […] centralização de direitos. A partir do momento em que haja um clube que tem esses direitos num canal próprio, começa a ser mais difícil, obviamente”, disse Fernando Gomes.

Questionado sobre se existem problemas éticos com o facto de a TV de um clube deter direitos de transmissão de equipas com as quais joga, Fernando Gomes diz que não, considerando que o empréstimo ou cedência de jogadores são questões mais preocupantes. No entanto, admite que não é uma situação normal.

“É óbvio que não é uma situação normal. É uma situação única no universo do futebol e ainda não temos traquejo, conhecimento e experiência para saber se isso pode ter algum tipo de implicação a esse nível, de alguma dependência que […] condicione a verdade desportiva”, afirmou.

in Publico – http://www.publico.pt/desporto/noticia/presidente-da-fpf-defende-centralizacao-dos-direitos-televisivos-no-futebol-1604011

O ressuscitar ou as melhoras da morte?

Ontem foi dia do primeiro jogo na Luz. Depois do ritual habitual, das bifanas e imperiais antes do jogo, lá vamos nós. Mas ontem foi estranho, as expectativas, os sonhos, aquela esperança, não estavam presentes. Talvez fruto do final da época passada, mais a pré-temporada e início desta, o entusiasmo com este Benfica anda pelas ruas da amargura.

Na primeira parte, o que retive, foi um festival de golos falhados (quantas vezes me veio Cardozo ao pensamento), perante um adversário que se limitou a defender, sem criar um ataque digno desse nome. Mas com a crescente ineficácia do Benfica, notava-se e já era esperado, que as bancadas também elas ficassem “nervosas”. Dias antes já tinha comentado com amigos, que ou o Benfica marcava cedo, ou o caldo poderia entornar. Mas mesmo assim, os incansáveis adeptos não pararam de apoiar, aliás convém dizer que a falta de confiança que muitos falam, não sei qual será a origem, porque de falta de apoio não se podem queixar.

No intervalo do jogo, tinha a noção que o Benfica mais tarde ou mais cedo marcaria, perante uma equipa que mostrava que vinha jogar para o ponto.

Mas na 2ª parte tudo mudou, a equipa entrou em campo amorfa, a fazer lembrar os piores jogos da pré temporada e a primeira parte do jogo com o Marítimo. E de repente eis que tudo desaba, um erro de Max (longe da sua melhor forma), golo do Gil no primeiro ou segundo remate à baliza que fizeram, e mais um golo sofrido pelo Benfica.

A partir desse momento, o estádio mais parecia estar na visita a um paciente que está nas últimas horas/minutos de vida. Tudo calado, excepto uma parte do estádio, os que aqueles que gostam de apoiar na internet apelidam de “ayatollahs”, “petardeiros”, “abutres”, “vândalos”, etc.
Pois é, mas não fossem eles, e após o golo do Gil até daria para ouvir os jogadores a falarem uns com os outros.

Jorge Jesus decide mexer na equipa e finalmente tira de campo Rodrigo, Salvio e Gaitan, para colocar os 3 sérvios: Markovic, Djuricic e Sulejmani. Isto numa altura que o Benfica apesar de estar a perder e em casa, parecia que estava a ganhar, pois a equipa recuou como se estivesse a defender o resultado.

A substituição de Gaitan, não percebi, pois estava a ser dos mais “inconformados” da equipa, e por exemplo Enzo estava completamente de “rastos” e perante um Gil que já só se limitava novamente a defender, e com 1-0 para os forasteiros, não percebi porque não aliviar o meio campo e reforçar o ataque, mas JJ lá saberá o que faz.

O que é facto é que os Sérvios mudaram o jogo, especialmente o miúdo de 19 anos de nome Markovic. Está ali craque, espero é que não aconteça como a Rodrigo, que tal como Markovic prometia muito, deixou-nos muita água na boca, e desde que se lesionou na Rússia, nunca mais se viu o mesmo Rodrigo. Ontem foi um belo exemplo disso.

Com os sérvios o Benfica começou a recuperar o seu fluxo atacante, e nos já nossos conhecidos descontos, conseguiu dar a volta ao jogo, a fazer relembrar um Benfica-Marítimo em que Coentrão também nos descontos levou os adeptos à loucura. Apesar de mais tarde esse “ressuscitar” para a possibilidade do campeonato, foi de pouca duração.

Hoje, mais a frio, noto que as fragilidades demonstradas durante a pré-época e nos primeiros jogos oficiais, continuam lá todas:

A ineficácia atacante. O Benfica está ainda habituado a jogar como se a sua referência atacante lá estivesse, e como não está, ao chegar perto da área, não se remata, começam os passes e mais passes que depois se tornam inconsequentes.

O meio campo permeável. Contra uma equipa que mal atacou, é desesperante ver que em saídas para contra ataque, da equipa adversária, o meio-campo do Benfica não funciona. São clareiras enormes, que permitem aos jogadores adversários cavalgar em direcção à defesa do Benfica, sem qualquer oposição, até chegarem à parede Matic. Mas Matic não chega para todas as encomendas, e contra equipas mais fortes isso vai-se notar ainda mais, tal como já se notou em outros anos. A equipa do Benfica é facilmente apanhada em contra pé…

A baliza. Artur ontem teve pouco trabalho, mas houve um momento chave, sinal da sua actual insegurança. Dois cantos seguidos em que Artur falha a saída dos postes de forma inadmissível e que poderiam ter dado em golo.

Ontem o resultado foi claramente melhor que a exibição, especialmente pela segunda parte do Benfica, e agora resta saber se o resultado de ontem vai ser usado como alavanca para o futuro ou não. Será que o resultado de ontem foi o ressuscitar do Benfica, ou apenas as melhoras da morte, de uma morte que anda a ser anunciada já desde a pré-época?

O que me preocupa, é que por exemplo ontem, jogou a equipa do ano passado mais os reforços, mas terá sido o último ou o penúltimo jogo em que isso aconteceu. O Benfica terá de vender, e as saídas devem estar para breve. E isso preocupa-me, especialmente se quem sair for Matic, Garay ou Salvio. Já para não falar em Cardozo, em que jogo após jogo se sente a sua falta.

Alvalade será a prova. O Benfica vai a Alvalade, proibido de perder pontos e com o objectivo de finalmente dizer “presente” na luta pelo campeonato. O Sporting sem tanta pressão, especialmente porque está 3 pontos à frente e ninguém os dava (dá?) como candidatos ao campeonato. Com uma equipa recém-nascida, o jogo de sábado servirá também para claramente se afirmarem como um candidato ao titulo, ou mostrarem que as duas vitórias foram apenas sorte de principiante.

Veremos quem sairá por cima em Alvalade, mas um resultado que não a vitória, não servirá ao Benfica pois pode significar o retorno à instabilidade e um prematuro adeus ao campeonato. Espero que a vitória de ontem tenha servido como um “wake up call” para a equipa do Benfica, o seu treinador e os seus dirigentes.

Como vi alguém a dizer por ai no facebook: “Só o futuro dirá se o minuto 92 voltou a ser novamente um momento de azar para nós”

P.S: Uma palavra para o capitão Luisão. Mais respeito por quem lhe paga o ordenado, e por quem já era do Benfica ainda ele andava aos pontapés a uma bola de trapos no Brasil. Se não gosta dos adeptos que o clube tem, tem bom remédio…

Mentiras

Ainda só vi 18 minutos da entrevista do nosso presidente, e foi suficiente para detectar novas mentiras. A análise fica para 2ª feira, mas para já fica isto:

Minuto 16.45 de uma determinada entrevista em Outubro, antes das eleições

“Nós temos um projecto claro nos próximos 4 anos que é: 3, 1, 50, e garanto aos benfiquistas que nós vamos fazer”

Ontem, ao minuto 14.42

Afinal já não é a 4 anos, é a 5 ou secalhar até mais…sabe-se lá. O que em Outubro era verdade, como a relidade de hoje já é mentira

Já para não falar da história que para o ano não precisamos de vender, coisa que anda a ser dita desde 2010, pelo Domingos Soares Oliveira, e a história de que para o ano vamos ter muitos portugueses, quando se anda a dispensar Miguel Rosa, Hugo Vieira, etc. Bem mas se não vendemos e para o ano vamos ter mais portugueses, vamos ter um plantel principal de 50 jogadores.

Julio César, na Bruma da entrevista

Hoje é dia de entrevista do Presidente do Benfica, numa altura de alguma instabilidade, e por isso o que espero é que o presidente largue a cassete do “eu, o salvador” e esclareça sem margem para duvidas algumas das seguintes questões:

  • Caso Cardozo
  • Renovação de Jorge Jesus
  • Caso Roberto/Pizzi
  • Transferência de Fariña
  • Falta de respeito pelo Guimarães na final da taça

 

Outro ponto que gostaria de ver nesta entrevista é o “caso Bruma”. E perguntam vocês, o que é que temos nós a ver com o Bruma? Pois bem, é que parece que o Benfica teve contactos com o jogador logo no início da separação de Bruma com o Sporting, e nas últimas semanas, em surdina, vai-se ouvindo que Bruma já terá mesmo um acordo com o Benfica que será válido a partir do momento em que o CAP tome uma decisão favorável ao jogador. A mim como benfiquista, custava-me muito ver o Benfica a tomar este tipo de atitudes. Espero que não seja verdade, mas a ser, que se obtenha um acordo de cavalheiros com o Sporting, a bem da relação com o Sporting e do respeito e imagem do Benfica. Estas coisas de “roubar” jogadores é coisa à Porto, ou à Sporting de Sousa Cintra. Além de que a vir Bruma, pode significar a saída de Salvio.

A decisão ao que se sabe será conhecida hoje, por isso brevemente veremos os desenvolvimentos deste caso…

 

Por fim, a ultima coisa que gostaria de ver na entrevista, seria a confirmação da contratação de Júlio César. Gosto muito de Artur, mas parece-me que está algo nervoso, e precisamos de sangue novo na baliza. E a bem dizer, Júlio César é um enorme guarda-redes, enormíssimo. A única coisa que me preocupa, é como é que Artur iria reagir a um novo companheiro para a baliza que muito provavelmente encaminharia Artur para o banco e condenado a jogos da Taça de Portugal e Taça da Liga.

“Não há caso Jesus, nem caso Cardozo. Há caso Benfica.” – Leonor Pinhão

Sexta-feira, 16 de Agosto

Pronto, já começou. Agora é a sério. O Sporting de Braga é o primeiro líder do campeonato de 2013/2014. A equipa de Jesualdo Ferreira foi vencer a Paços de Ferreira aquela que foi a equipa sensação da última temporada. Na verdade, pouco resta da tal equipa sensação. Saiu o treinador, saíram jogadores importantes. É o que, normalmente, sucede quando uma equipa pequena, com o devido respeito, surpreende tudo e todos como aconteceu com o Paços de Paulo Fonseca em 2012/2013.
Hoje a vitória do Braga foi clara. Pela noite, os serviços noticiosos dão conta do resultado do jogo inaugural do campeonato e dão conta também daquilo a que chamam um Paços de Ferreira “irreconhecível”. Mas verdadeiramente irreconhecível, em relação ao último campeonato, esteve o Sporting de Braga e para melhor.
Um Sporting de Braga irreconhecível bateu um Paços de Ferreira irreconhecível – assim é que se conta bem e em poucas palavras a história do primeiro jogo da nova Liga.
O futebol, no entanto, é cruel nestas conclusões. Responderá José Peseiro, e com razão, que a sua equipa poderá não ter feito uma época à altura das ambições do emblema e da cidade mas conseguiu aquilo que faltava em Braga há décadas, ou seja, um título oficial. Para mais conquistado numa final bem disputada com um FC Porto irreconhecível. Refiro-me à Taça da Liga, lembram-se?

Sábado, 17 de Agosto

Um sábado de raridades no que diz respeito a gente nossa conhecida e que actua agora em campeonatos de outros países. Na Grécia, o Miguel Vítor marcou pelo PAOK e, em França, o Nelson Oliveira marcou pelo Rennes. Ainda em França, também o João Moutinho e o James, que vendiam saúde, estão lesionados e não vão defrontar o Montpellier. 
O dia de amanhã perspetiva-se emocionante. Há quase 30 anos que não acontecia uma coisa destas. Os três “grandes” jogam todos no mesmo dia e entram em acção a horas desencontradas de modo a poderem ser seguidos através da televisão pelos numerosíssimos interessados. Arranca em primeiro lugar o Sporting com transmissão na Sport TV às 4 da tarde, praticamente à mesma hora em que a Benfica TV transmite o jogo do regresso oficial de José Mourinho à liderança do Chelsea.
Futebol à tarde em Inglaterra é uma tradição. Em Portugal já foi, no tempo em que a ditadura dos horários das transmissões televisivas não era a pedra basilar do edifício em causa. 
Com o Benfica em modo autónomo na sua própria estação televisão e com o campeonato inglês também em carteira na Benfica TV sobram mais horários para os demais clubes poderem impor as suas legítimas vontades à Sport TV. Nesta primeira jornada, o Sporting quis jogar à tarde e vai fazê-lo porque o Chelsea-Hull City, à mesma hora, é da estação concorrente.
A concorrência é uma coisa boa.

Domingo, 18 de Agosto

Por norma, aos adeptos pede-se o mesmo que se pede aos guarda-redes. Isto é, que defendam o indefensável. Às vezes é extraordinariamente difícil.
O Benfica apresentou-se hoje, 18 de Agosto, no Funchal num estado alma que se aceitaria se estivéssemos a 27 de Maio, o dia seguinte à final da Taça de Portugal perdida para o Vitória de Guimarães Aceitava-se à míngua de tempo, esse grande escultor, como diz o povo.
Do Jamor aos Barreiros já lá vão quase três meses espampanantemente desaproveitados. Isto se o objectivo da Sociedade Anónima Desportiva que gere o futebol for, precisamente, esculpir vitórias em jogos de futebol, de preferência, umas atrás das outras. Refiro-me às esculturas.
Desconheço, naturalmente, quais seriam as expectativas dos nossos altos comandos para o jogo inaugural do campeonato. Entre os adeptos, custa-me dizer que não conheço um único – e conheço muitos numa amostra vasta e heteróclita – que acreditasse que seria hoje no Funchal que o Benfica ia, abnegadamente, colocar um ponto final a uma inenarrável série de anos a desperdiçar pontos à primeira jornada sob o comando de vários treinadores, nacionais e estrangeiros.
Lamento ter de dizer que o desastre frente ao Marítimo estava anunciado. É este o caso da jornada. Não é o caso Jesus, nem o caso Cardozo. É o caso Benfica.
Entretanto, por ter goleado o Arouca por 5-1, o Sporting é o primeiro líder do campeonato. Que eu não tenha de ouvir ninguém dos meus dizer que é uma grande vantagem não se ser oficialmente candidato. Há limites.

Segunda-feira, 19 de Agosto

Com a tristeza de ontem só hoje reparei que o FC Porto ganhou em Setúbal por 3-1, um resultado que, lendo os jornais, não espelha as dificuldades do campeão nacional nem, muito menos, as dificuldades do árbitro.
Adiante. Falar de árbitros é uma coisa que hoje até fica mal aos benfiquistas. Haja decoro.
O golo de Quintero é fenomenal. Ainda agora começou o campeonato e Quintero já produziu obra candidata ao prémio do melhor golo do ano. Faltam 29 jornadas para o fim da prova e, com toda a certeza, muitos mais belos golos surgirão com a assinatura de outros artistas e, provavelmente, até do mesmo artista. Há que aguardar.
No entanto, o prémio para a melhor frase da temporada, provavelmente da década, na minha opinião, já está atribuído e não há quem o conteste e lhe possa chegar aos calcanhares, embora as competições oficiais só se encerrem em Maio e ainda falte muito para lá chegar.
O prémio para a melhor tirada de 2013/2014 vai direitinho para o presidente do FC Porto que, de acordo com os relatos da imprensa, do seu posto presidencial do camarote do Bonfim, a determinado momento, incomodado que estava com o comportamento de alguns adeptos vitorianos, gritou:
– Chamem a polícia!
Quem poderá competir com isto? Pinto da Costa chamando pela polícia.
Nem o bom do Funes Mori que aterrou hoje em Lisboa. Mal pôs o pé na capital afirmou, galantemente, que tinha preferido o Benfica ao FC Porto no momento de assinar contrato. Tão escusado que era…
Se isto é que é a estrutura, antes não ter estrutura.

Terça-feira, 20 de Agosto

Por estes dias, entre benfiquistas, fala-se do Benfica como se fala à beira do leito de um doente não o querendo, de modo algum, despertar. Fala-se em voz baixa, quase num sussurro, num tom de consternação que só um Camilo Castelo Branco saberia pintar.
“Quando o sofrimento nos ameaça, e receamos que as forças defensivas nos faleçam, suspendem-se os outros movimentos do nosso coração, e então pouco há que esperar de nós, por que se torna incerto o nosso destino”, escreveu Camilo em “Cenas Inocentes da Comédia Humana”. E muito nos faleceram também as nossas forças defensivas na ilha da Madeira, o que já aborrece.
O doente aparenta estar no nível zero no que respeita a capacidade de reacção. Pura e simplesmente, não reage. E já lá vão três meses desde os primeiros sintomas de ataraxia. Não se entende, por exemplo, a não-resolução do caso Cardozo com data de 26 de Maio. Não se entende se é uma impossibilidade do mercado, o que seria compreensível, ou se a manutenção do paraguaio em “stand-by” é uma arma de arremesso para disparar a conta-gotas contra o treinador, o que seria lamentável.
À noite, o Paços de Ferreira bateu-se valentemente contra o Zénite de São Petersburgo mas acabou goleado no estádio do Dragão. Os russos trouxeram até ao Porto gente bem nossa conhecida como Witsel e Dany. Witsel, que não sabe jogar mal, esteve discreto. Dany meteu mais reboliço no jogo e quando foi substituído levou uma enorme vaia das bancadas. Que estranho. O que terão os adeptos do Paços contra o internacional português?

Quarta-feira, 21 de Agosto

Os jornais contam-nos hoje que Luís Filipe Vieira foi ao Seixal “apoiar” Jesus e, consequentemente, “desapoiar” o seu vice-presidente que foi à televisão dizer que estava farto de notas artísticas. Triste enredo de final previsível.”

 

O titulo do texto diz literalmente tudo. Esta instabilidade é maior que Cardozo e é maior que Jesus, e muita gente teima em querer tapar o sol com a peneira.

Manifestações

 

No outro dia deparamo-nos com esta convocatória de manifestação contra o actual estado das coisas no Benfica.

Ponto prévio: Ainda estamos num país livre, em que as pessoas podem manifestar-se. Se há manifestações por tudo e por nada, também pode existir uma feita por quem não se sente satisfeito com as coisas no Benfica.

 

Se concordo com ela? Não. Por dois motivos:

1º –  Pela data marcada, é dia de jogo é dia de apoiar a equipa e não de fazer uma manifestação que poderá inclusive levar a escaramuças entre benfiquistas. Mas estão no seu direito, desde que assumam o que poderá resultar dai;

2º – Porque não dará absolutamente em nada, tal como as manifestações que são feitas por esse país fora. Terão os seus 5 minutos de fama e depois nada acontecerá.

 

Neste momento e dadas as circunstâncias, o melhor a fazer é concentrar esforços em reunir assinaturas para uma Assembleia Geral Extraordinária, e aí sim, falar e fazer tudo o que se achar que se deve fazer, de forma ordeira.

Outra maneira de mostrar o descontentamento, de forma ordeira, e se calhar bem mais mediática e que chama mais à atenção é poder ser feito algo semelhante ao que os adeptos do Manchester e do Arsenal fizeram:

http://www.telegraph.co.uk/sport/football/teams/manchester-united/7702442/Manchester-United-supporters-green-and-gold-campaign-falls-flat-at-Old-Trafford.html

http://justarsenal.com/arsenal-debate-who-are-the-black-scarf-movement-and-what-do-they-want/19009

 

Com motivações e objectivos diferentes, mas duas boas iniciativas.

 

Por isso, acho que haveria melhores formas de demonstrar o descontentamento reinante, e no Domingo seria mais um dia para ir ao estádio apoiar, coisa que a bem dizer esta equipa e este treinador não se podem queixar de falta, e não é por isso que esta instabilidade acontece…

 

Uma palavra para aqueles que dizem que esta ideia é uma burrice, que está alguém por trás do acontecimento, o costume nestas situações. Parem de ver fantasmas em todo o lado, sei onde teve origem esta ideia e a única coisa que tem é um grupo de sócios “não notáveis” que está farto dos constantes insucessos, mas que não é por isso que deixam de apoiar a equipa no estádio. Apenas acharam que era altura de demonstrar o seu descontentamento, e que esta seria a melhor forma.

Gostava de saber se por exemplo quem diz que isto é uma burrice, também o diz de igual maneira sobre as manifestações populares sobre a crise…ou existe uma medida para o nosso país e outra para o nosso clube?

 

Jogo de Sintonia

O Jogo convida. A Sintonia envolve.

Filipe Pinheiro

This is the place where I share my art work! enjoy it! Este é o espaço onde partilho os meus trabalhos de arte! Divirtam-se! Oil Painting, Acrylic Painting, Charcoal Drawings, Painting Artist, Pintor de Arte, Quadros a Óleo, Retratista, Desenhador Grafite,Pastel Seco, Soft Pastel

Desabafos De Um Português

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DjokerSoft

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